O projeto independente intitulado BIOHAZARD nasceu de uma profunda paixão por adaptar o terror isolado e intenso do aclamado jogo Resident Evil 7 para o formato live-action. A narrativa acompanha a terrível jornada de Ethan Winters, que, durante a busca por sua esposa desaparecida, acaba encurralado pela família Baker, uma força letal e implacável movida à violência sob a influência de uma infecção misteriosa. Toda a concepção deste curta-metragem derivativo focou em criar uma experiência de horror físico e tático, prestando homenagem às obras cinematográficas que inspiraram a franquia original. Vale ressaltar a natureza estritamente não comercial da obra, voltada exclusivamente para o entretenimento dos fãs, sem qualquer afiliação ou endosso dos detentores dos direitos originais, somada ao compromisso ético da produção que proibiu categoricamente o uso de inteligência artificial em qualquer etapa da criação ou para o treinamento de algoritmos.
No centro desta empreitada criativa está Chandler Riggs, assumindo os papéis de protagonista, roteirista, diretor e editor do filme. A viabilização da obra contou com o apoio essencial dos produtores Shane Brady e Emily Zercher, representantes da produtora Spooky Feet Films de Tampa, marcando a terceira colaboração entre a equipe. Dividindo a tela com o ator principal, o elenco reuniu talentos como Jason Douglas, Mary Rachel Quinn, Johnathan O’Neil, Eugenie Bondurant, Sam Coyles e Mia Cole. A atmosfera visual e sonora que dá vida ao pesadelo foi construída através da direção de fotografia de Brian M. Tang, do design de produção de Brandon Agan e da trilha sonora composta por Alexander Taylor, complementada por músicas adicionais de Daniel Starkie.
Para recriar a opressiva propriedade rural do jogo, a equipe de produção dedicou dias transformando a antiga fábrica de charutos Arturo Fuente, localizada em Tampa Bay, em um cenário prático e imersivo. Esse esforço massivo de ambientação foi liderado pelo diretor de arte Zachary Ramos, com o suporte fundamental da mestre de adereços Brianna Spieldenner e dos decoradores de set Khris Colgate, Blake Drivas e Jerome Bowers. O trabalho minucioso de pintura cênica ficou a cargo de Jack Preen, enquanto Lauren Austin, Victoria Tribble e Fayona Edouard atuaram como assistentes de arte. A escolha do local também serviu como uma vitrine incentivada pela Film Tampa Bay, demonstrando a capacidade e a infraestrutura da região para acolher produções cinematográficas de excelência.
O impacto visceral da narrativa exigiu uma abordagem centrada em efeitos práticos, maquiagem e acrobacias reais, minimizando a dependência de computação gráfica. O lendário Greg Nicotero forneceu equipamentos de efeitos especiais para o projeto, elevando o padrão técnico da produção em conjunto com a KNB EFX Inc, Hannah Foley e Danielle Battaglia no departamento de maquiagem e efeitos. As cenas de ação e perigo foram coordenadas pelos dublês Hank Amos e William Scharpf. Quando os efeitos visuais se fizeram estritamente necessários, o supervisor da área Michael Yu e o supervisor de composição Bradley Gaines lideraram profissionais talentosos, incluindo o artista de computação gráfica Peter Jensen, os artistas de efeitos Ameen Abbas e Eric Mancha, o artista de layout Corey Landvogt e o colorista Joseph Yao. O projeto ganhou ainda a expertise de consultores como Jared Baugnet, Daniel Starkie, Chris V., Cassidy Clark, Alexa C. e Jose Gonzalez.
A imersão auditiva e os aspectos técnicos de filmagem demandaram um grupo vasto e muito bem coordenado. O som direto foi captado por Ayla Mackinnon, Skylar Golden e Gregory De Jesus, ganhando profundidade na pós-produção com a supervisão de edição de som de Patrick Hogan, edição de efeitos sonoros de James Yaiullo, foley da Reel Foley Sound e mixagem de Brad Zoern, com instalações cedidas pela Aura Sound and Color. No departamento de câmera e iluminação, o primeiro assistente de câmera Jeff Vanderpool e o diretor de fotografia de segunda unidade Xavier Jimenez trabalharam lado a lado com os eletricistas chefes Bruce Murray e Tiger Tao, os maquinistas Sean Keller e Jonah Schmitz, e os assistentes gerais Oben Sain e Alex Delcid. Os equipamentos de câmera e maquinário foram viabilizados pelas locadoras Rare Breeds e First Unit.
Para manter toda essa complexa engrenagem funcionando no set, a equipe contou com o primeiro assistente de direção Maverick Gagliano e a segunda assistente Abby Nan. O suporte logístico diário foi garantido por assistentes de produção incansáveis, destacando-se Leila Jolene Cenk, Carson Mccann, Josh Parrish, Alicia Vernick, Chris V., Michelle Tenorio, Kyle Muffoletto e Olivia Tomlinson. A identidade visual e o registro dos bastidores ganharam forma através dos cartões de título criados por Michael Reed e das fotografias de Enrico Dall. O sucesso operacional da filmagem deve-se muito aos serviços e apoios locais prestados por Black Orchid, com Liana Fuente e Lisis Buettell, Centro Soccer sob Craig Heseltine, e ao suporte de Tyler Matrinolich, Hilary Webber, Sam Allen e Birdie Doyle, consolidando o esforço coletivo que tornou esta experiência de horror uma realidade tátil.
















