Resident Evil Requiem: Digital Foundry analisa o desempenho do jogo no PS5 Pro +, PS5 e Xbox Series X|S!

O canal no YouTube, Digital Foundry, especializado em analisar o desempenho de jogos e todas as plataformas, trouxe uma análise minuciosa do desempenho de Resident Evil Requiem no PS5 Pro + PS5/Xbox Series X|S. O vídeo destaca a evolução técnica da RE Engine, que agora opera exclusivamente na atual geração de consoles, entregando um salto expressivo em fidelidade visual. A equipe técnica aponta o impressionante trabalho de renderização nas ruas da cidade logo no início da campanha, ressaltando o comportamento fisicamente autêntico da água e a densidade geométrica dos cenários. Trata-se de um marco para a Capcom, consolidando o motor gráfico proprietário como uma das ferramentas mais bem otimizadas da indústria atual.

No centro do escrutínio técnico, a versão de PlayStation 5 Pro assume um protagonismo inegável, distanciando-se consideravelmente do hardware base. Os testes da Digital Foundry revelam que o grande diferencial do console aprimorado da Sony reside na implementação robusta do Ray Tracing, que transforma a precisão da iluminação global e dos reflexos em superfícies diversas. O canal explica que o jogo roda com uma resolução nativa próxima a 1080p, contudo utiliza uma solução de reconstrução temporal de altíssima qualidade para apresentar uma imagem final em 4K cristalina. Existe a opção de um modo a 120Hz para quem busca máxima fluidez; todavia, os especialistas alertam que essa escolha desativa o Ray Tracing e substitui o upscaling avançado por uma técnica espacial tradicional, resultando em uma imagem significativamente menos nítida.

A análise também dedica grande atenção à engenharia por trás dos modelos de personagens, elogiando as melhorias no sistema de renderização de fios de cabelo, que agora interage perfeitamente com a iluminação do ambiente, eliminando inconsistências de títulos anteriores. A Digital Foundry examina a composição dos materiais nas roupas de Leon e Grace, evidenciando o uso magistral de texturas para simular couro, tecidos e elementos metálicos com absoluto realismo. O rigor técnico estende-se a colaborações reais presentes na obra, como a modelagem exata do relógio Hamilton e do veículo Porsche, provando que a atenção aos detalhes micro e macro permeia toda a direção de arte e engenharia do projeto.

Ao avaliar o desempenho nos consoles padrão, o canal relata um cenário de notável estabilidade e otimização. O PlayStation 5 base e o Xbox Series X entregam uma experiência virtualmente idêntica, sustentando uma taxa de quadros firme na casa dos 60fps. Nessas máquinas, a ausência do Ray Tracing é compensada por um sistema de iluminação pré-calculada extremamente competente, mantendo a integridade dos modelos de personagens complexos. O Xbox Series S, por sua vez, exige concessões arquitetônicas severas. A investigação aponta que o console de entrada da Microsoft opera com resoluções na faixa de 720p e sofre com ruídos visuais decorrentes do redimensionamento espacial, além de substituir o sistema avançado de física capilar por malhas simplificadas para garantir a fluidez da jogabilidade.

Para encerrar o panorama tecnológico, a equipe sublinha o impacto imersivo do design de áudio tridimensional, projetado para telegrafar a movimentação de ameaças através de paredes e corredores com precisão acústica assustadora. Outro acerto técnico comemorado pela Digital Foundry é a correção definitiva dos níveis de preto no modo HDR, um problema recorrente em lançamentos anteriores da franquia, permitindo que telas OLED exibam sombras profundas e precisas. O veredito do veículo especializado consagra a obra como um triunfo da engenharia de software da Capcom, fundindo mecânicas consagradas de sobrevivência com uma execução audiovisual irrepreensível.

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